Realmente a proposta é LINDA, TENTADORA eu diria.
Mas cai entre nós, nossa realidade é outra, e bem diferente da que temos visto por aí.
Televisão apenas não basta, nunca bastou, e nem NUNCA vai bastar. Nunca vamos saber a real dimensão do problema no qual vivemos. Mas acredite, e esteja certo, que é BEM maior do que vemos por aí.
A quantidade de favelas que temos no Rio é absurda! A quantidade de mendigos, moradores de ruas, crianças se prostituindo e se drogando, "pivetes" que roubam para sustentar vícios e estômagos, é simplesmente SURREAL.
Abrigos, hospitais psquiatricos, clínicas de tratamento estão cada vez mais cheios de pessoas que vem, em sua maioria, das ruas. E ao contrário do que se imagina, o número de moradores de rua não tende a baixar, mas também a aumentar cada dia mais.
É daí para pior. Se pensarmos que, o número de pessoas que moram em comunidades, favelas e até mesmo na rua, é MUITO, MUITO maior do que os que vivem em belos prédios e enormes casa, já temos um grande problema. A desigualdade. E é grande mesmo, como muitos dizem e concordo plenamente, existe um enorme abismo entre pobres e ricos.
E sempre foi assim.
Relatos históricos, e até mesmo as próprias novelas de época que temos hoje em dia, nos mostram a disproporcional diferença do número entre "barões" e escravos. (Passe a perceber).
Mas se eram (são) em quantidade vantajosamente maior, porque não encará-los, lutar contra e aparentemente ganhar?
Simplesmente porque existia (existe) a violência de exemplo.
Escravos apanhavam (apanham) absurdamente ou até morriam em somente desacatar uma simples ordem.
A polícia violenta que temos hoje, é exatamente para isso, para dar exemplo a outros, como antigamente. O método não mudou.
MAS, se fossem dados aos escravos devida educação, tanto moral quanto acadêmica, teríamos tantas desigualdades e desacordos?
Até porque é normal, quando um irmão é presenteado e o outro não, este sentir o descaso, se sentir de lado, se sentir diminuido. E possivelmente querer tomar daquele irmão, o que lhe foi presenteado, para não se sentir tão mal, tão excluído.
Isso é natural.
Sem falar no método "cala boca". Eu te dou uma ajuda, um bolsa-auxílio e você fica na sua. Mas isso é assunto para um novo texto.
Afinal, o que tem de errado com o irmão "excluído" para não ganhar um bom presente assim como o outro? (Isso, seguindo a lógica da sociedade democrática em que vivemos - direitos iguais para todos).
Ou seja, bater, matar, espancar, diminuir e pisar em cima, infelizmente não vai resolver o problema.
Serve apenas para criar mais revolta no irmão excluído, que assim vai sempre tentar tirar de alguém, o que a ele por alguma razão, foi negado.
Mas cai entre nós, nossa realidade é outra, e bem diferente da que temos visto por aí.
Televisão apenas não basta, nunca bastou, e nem NUNCA vai bastar. Nunca vamos saber a real dimensão do problema no qual vivemos. Mas acredite, e esteja certo, que é BEM maior do que vemos por aí.
A quantidade de favelas que temos no Rio é absurda! A quantidade de mendigos, moradores de ruas, crianças se prostituindo e se drogando, "pivetes" que roubam para sustentar vícios e estômagos, é simplesmente SURREAL.
Abrigos, hospitais psquiatricos, clínicas de tratamento estão cada vez mais cheios de pessoas que vem, em sua maioria, das ruas. E ao contrário do que se imagina, o número de moradores de rua não tende a baixar, mas também a aumentar cada dia mais.
É daí para pior. Se pensarmos que, o número de pessoas que moram em comunidades, favelas e até mesmo na rua, é MUITO, MUITO maior do que os que vivem em belos prédios e enormes casa, já temos um grande problema. A desigualdade. E é grande mesmo, como muitos dizem e concordo plenamente, existe um enorme abismo entre pobres e ricos.
E sempre foi assim.
Relatos históricos, e até mesmo as próprias novelas de época que temos hoje em dia, nos mostram a disproporcional diferença do número entre "barões" e escravos. (Passe a perceber).
Mas se eram (são) em quantidade vantajosamente maior, porque não encará-los, lutar contra e aparentemente ganhar?
Simplesmente porque existia (existe) a violência de exemplo.
Escravos apanhavam (apanham) absurdamente ou até morriam em somente desacatar uma simples ordem.
A polícia violenta que temos hoje, é exatamente para isso, para dar exemplo a outros, como antigamente. O método não mudou.
MAS, se fossem dados aos escravos devida educação, tanto moral quanto acadêmica, teríamos tantas desigualdades e desacordos?
Até porque é normal, quando um irmão é presenteado e o outro não, este sentir o descaso, se sentir de lado, se sentir diminuido. E possivelmente querer tomar daquele irmão, o que lhe foi presenteado, para não se sentir tão mal, tão excluído.
Isso é natural.
Sem falar no método "cala boca". Eu te dou uma ajuda, um bolsa-auxílio e você fica na sua. Mas isso é assunto para um novo texto.
Afinal, o que tem de errado com o irmão "excluído" para não ganhar um bom presente assim como o outro? (Isso, seguindo a lógica da sociedade democrática em que vivemos - direitos iguais para todos).
Ou seja, bater, matar, espancar, diminuir e pisar em cima, infelizmente não vai resolver o problema.
Serve apenas para criar mais revolta no irmão excluído, que assim vai sempre tentar tirar de alguém, o que a ele por alguma razão, foi negado.
é a pura verdade!
ResponderExcluirPior é que é... são coisas óbvias que ocorrem no nosso dia-a-dia às vezes, mas exatamente por essa rotina, mal nos damos conta do que realmente acontece ao nosso redor.
ResponderExcluir